Análises, indicadores e perspectivas que explicam os movimentos da economia e seus impactos no mercado imobiliário.
Fed a 3,75%–4% e hipotecas perto de 7%, mas o investimento em imóveis comerciais cresce quase 15% no semestre. Quem compra à vista negocia melhor.
Juro a 2,5% e inflação projetada em 3,0%: o prime europeu passa a se justificar pelo ativo, não pelo custo do dinheiro.
Investimento imobiliário na China salta 154%, a US$ 13 bilhões no trimestre, e fluxos na Ásia-Pacífico sobem cerca de 30%.
Investimento estrangeiro salta 309% e soma AED 13,8 bilhões no semestre, mais que todo 2025, puxado por Saadiyat e Yas.
Vacância AAA baixa, reajuste real de aluguel e câmbio abaixo de R$ 5,10: o fundo internacional voltou à mesa da Faria Lima, da JK e da Berrini antes do primeiro corte de juros.
Com funding migrando para LCI e CRI, o comprador de tíquete alto passa a usar financiamento como instrumento de alocação — preservando caixa aplicado a juro alto.
Aço, alumínio, vidro de grande vão e acabamento técnico: o insumo reage em semanas e o custo de reposição vira piso de preço no estoque já lançado.
Quem compra ativo hoje não compra o juro de hoje: compra a taxa de desconto dos próximos cinco anos — e é isso que define o preço do metro quadrado de renda.
Sem alívio monetário no ano, o vetor de decisão migra do crédito para o ativo — e o superluxo à vista segue imune ao aperto.
Real firme e hipoteca americana travada abrem uma janela dupla: menos reais por dólar e menos concorrência na mesa de fechamento em Miami e Orlando.