Análise editorial das praças que concentram o capital ultra-luxo internacional em 2026 — com curadoria contínua de Miami, Orlando, Dubai e Nova York.
Beachfront ultra-luxo, branded residences e o maior fluxo de capital brasileiro do hemisfério.
Cap rate de 7,3% e o impacto da reabertura do Epic Universe sobre o short-stay institucional.
Ciclo de valorização que rivaliza com Hong Kong e Mônaco; family offices migram portfólios.
Nova York endurece a taxação sobre o ultra-luxo e reorganiza o tabuleiro de Manhattan — o que muda para o investidor brasileiro.